

E eu nem sei o quanto somos irmãos
Mas sei se pudéssemos ser seriamos mais
Desde criança até outra encarnação.
Lembro dos dias de bola, jogos antigos e televisão,
Dos sonhos, dos medos e de pegar na minha mão.
Das pranchas de isopor e dos patins no Zépellin,
Cabanas na cama e travesseiros mortais
Dos super-heróis e capas que não temos mais.
Somos ainda moleques de tantas historias
Guardadas na memória desses dois sempre irmãos.
É que deu vontade de te chamar, de correr e pular,
Pique esconde na rua e me esconder no seu lugar
Vem pra cá brincar me abraçar e começar tudo de novo.
- Tem pessoas pelas quais daria uma vida,
Por você eu daria duas. Te amo sempre.
Mas sei se pudéssemos ser seriamos mais
Desde criança até outra encarnação.
Lembro dos dias de bola, jogos antigos e televisão,
Dos sonhos, dos medos e de pegar na minha mão.
Das pranchas de isopor e dos patins no Zépellin,
Cabanas na cama e travesseiros mortais
Dos super-heróis e capas que não temos mais.
Somos ainda moleques de tantas historias
Guardadas na memória desses dois sempre irmãos.
É que deu vontade de te chamar, de correr e pular,
Pique esconde na rua e me esconder no seu lugar
Vem pra cá brincar me abraçar e começar tudo de novo.
- Tem pessoas pelas quais daria uma vida,
Por você eu daria duas. Te amo sempre.
3 comentários:
Pow,,, muito bom a proximidade e cumplicidades entre irmãos,,, Muito bom,,, e perigoso! rs
Abraços e familiares invenções!
Ás vezes as cumplicidades são mais importantes que a familiaridade. Há recordações que nunca caem no esquecimento pela importância que tiveram e têm na nossa vida.
Alex vc me ensina muito cara!! Um verdadeiro poeta!! Parabéns pelo blog e pela profundidade do seu amor por seu irmão, muita gente deveria ler essa declaração sua e pensar na vida enquanto há tempo...
abraço, Bebeto
Postar um comentário