
É tão claro o dia, mas em meu corpo é treva,
A culpa baixa nos meus ombros e seu peso me leva.
Vejo o que lhe dói bem lá no fundo
Porque também já me fizeram doer nesse mundo.
Por mim e por todos cai meu choro
Segue sinfonia de desespero em bravo coro.
Dor de primeira, mas não única despedida,
Trazendo deserto por onde anda a vida.
Dor de tudo, dor doente e amaldiçoada,
Consumindo o próprio sal da face inchada.
Dor do tempo que passou ignorado
Deixando a dor para um não amado.
Se não é o amor que nos liberta
Terá alguém uma resposta mais certa?
Será só ele mesmo que nos ilumina a face?
Só ele, mesmo de tão longe queremos que nos abrace.
Ao amor nada se explica nada se cala e nunca se basta
Sobre a terra desconheço algo de natureza tão casta.
E a prova é que para amar temos que estar vivendo
Tanto quanto para doer o que está doendo.
A culpa baixa nos meus ombros e seu peso me leva.
Vejo o que lhe dói bem lá no fundo
Porque também já me fizeram doer nesse mundo.
Por mim e por todos cai meu choro
Segue sinfonia de desespero em bravo coro.
Dor de primeira, mas não única despedida,
Trazendo deserto por onde anda a vida.
Dor de tudo, dor doente e amaldiçoada,
Consumindo o próprio sal da face inchada.
Dor do tempo que passou ignorado
Deixando a dor para um não amado.
Se não é o amor que nos liberta
Terá alguém uma resposta mais certa?
Será só ele mesmo que nos ilumina a face?
Só ele, mesmo de tão longe queremos que nos abrace.
Ao amor nada se explica nada se cala e nunca se basta
Sobre a terra desconheço algo de natureza tão casta.
E a prova é que para amar temos que estar vivendo
Tanto quanto para doer o que está doendo.
Foto por Manu Coloma